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AE Azeitão 7 Partilhas

Boletim 7 Práticas

Autores: Vários (AE de Azeitão)
Ano: 2018-2019

O boletim 7 Práticas pretende dar visibilidade, fundamentalmente, ao investimento realizado nas seguintes práticas educativas: a interligação e a interseção de saberes de diferentes áreas disciplinares e disciplinas, numa perspetiva horizontal e vertical; a importância da avaliação contínua e sistemática ao serviço das aprendizagens; o envolvimento ativo dos alunos no seu processo de aprendizagem e a valorização da sua voz no quotidiano da escola.

Escola e Mudança: Construindo autonomias, flexibilidade e novas gramáticas de escolarização - os desafios essenciais

Autores: Cristina Palmeirão e José Matias Alves
Ano: Novembro de 2018
Páginas: 106

“A escola, no século XXI, mais do que uma organização complexa, é um subsistema não linear onde operam interesses múltiplos – conhecimento, aprendizagens essenciais, valores, competências, socialização, …. Ainda assim, a lógica escolar continua inscrita numa gramática própria do século dezanove. E a grande questão bem poderá ser esta:

Humanidade está perante revoluções inéditas, todas as nossas velhas histórias estão a esboroar-se, e até agora não há histó-rias novas para as substituir. Como poderemos preparar-nos a nós mesmos e aos nossos filhos para um mundo de transformações inéditas e incertezas radicais? Um bebé que nasça hoje terá trinta e poucos anos em 2050. Se tudo correr bem, esse bebé ainda andará por cá em 2100, e pode até ser um cidadão muito ativo do século XXII. Que devemos ensinar a esse bebé que o ajude a sobreviver e a flores- cer no mundo de 2050 ou no do século XXII? Que tipo de aptidões precisará ele ou ela para conseguir um emprego, compreender o que se passa à sua volta e orientar-se no labirinto da vida? (Harari, p. 299)"


Uma Outra Escola é Possível: Mudar as regras da gramática escolar e os modos de trabalho pedagógico

Autores: José Matias Alves e Ilídia Cabral
Ano: Maio de 2017
Páginas: 97

“A Faculdade de Psicologia, Ciências da Educação e do Desporto Blanquerna - Universidade Ramon Llull, a Fundación Jesuitas Educación e o Col·legi Montserrat organizam a segunda edição deste Simpósio cujo objetivo principal é mostrar ao mundo as experiências que estão a transformar a educação em Barcelona. Procura-se contribuir a partir da nossa realidade para posicionar Barcelona como a cidade inteligente que é, interessante e ativa, mas também como uma das cidades em que mais está a avançar a educação. Barcelona, por uns dias, apresenta-se como capital da transformação da educação.

Para além de aprofundar as temáticas associadas ao intercâmbio e à inovação, os participantes poderão conhecer diretamente as experiências de transformação e estudar a sua aplicabilidade. Poderão visitar-se alguns dos modelos mais interessantes da escola pública, privada e concertada, experiências de transformação de escolas individuais ou de redes de escolas. Também experiências de diversos níveis educativos: educação infantil, primária ou secundária."


Inovação Pedagógica e Mudança Educativa: Da teoria(s) às prática(s)

Autores: Ilídia Cabral e José Matias Alves
Ano: Novembro de 2018
Páginas: 209

“Este livro surge no âmbito do curso de Pós-Graduação em Inovação Pedagógica e Mudança Educativa que decorreu na Universidade Católica Portuguesa – Faculdade de Educação e Psicologia - no ano letivo de 2017/18.

Ao longo desta Pós-Graduação, os professores que a frequentaram foram desafiados a repensar os seus contextos profissionais, inscrevendo a sua ação num paradigma de inovação e mudança pedagógica, alinhado com a política educativa do XXI Governo Constitucional e, acima de tudo, com o imperativo ético de desenvolver práticas educativas que permitam a todos os alunos aprender mais e melhor.

Mais do que um curso, este foi um percurso de descoberta para todos nós, pois que fundado numa partilha de experiências e numa articulação entre teoria e praxis que a todos nos enriqueceu e mobilizou para a ação. Um percurso de reflexão, autoria e criação, alicerçado numa pedagogia da reinvenção, a partir da qual reinventamos práticas educativas, mas também nos reinventamos enquanto educadores e professores."


Promoção do Sucesso Educativo: Estratégias de Inclusão, Inovação e Melhoria

Autores: Cristina Palmeirão, José Matias Alves
Ano: novembro de 2016
Págs.: 179

“ Mais uma vez, convocamos e celebramos o conhecimento que liberta e inclui. No âmbito do programa de apoio ao desenvolvimento dos Territórios Educativos de Intervenção Prioritária (TEIP), a Católica Porto, através da sua Faculdade de Educação e Psicologia e do Serviço de Apoio à Melhoria da Educação (SAME) realiza mais um seminário e edita este livro que reúne um conjunto de evidências que afirmam (e demonstram) que há um horizonte de possibilidades de sucesso."


Estudo avaliativo da experiência pedagógica desenvolvida em 2017/2018 ao abrigo do Despacho n.º 5708/2017

Autores: Ariana Cosme
Ano: Setembro de 2018
Págs.: 76

“Este é um documento através do qual se torna público o Estudo Avaliativo do Projeto de Autonomia e Flexibilidade Curricular (PAFC), um projeto desenvolvido em regime de experiência pedagógica, por 226 agrupamentos escolares e escolas não agrupadas (Cf. Anexo 1) 1 , da rede pública e privada de ensino, cujos órgãos de direção/administração e gestão manifestaram interesse e decidiram implementar. Foi ao abrigo do Despacho nº 5908/2017, publicado no Diário da República n.º 128/2017, Série II de 2017-07-05, que durante o ano letivo de 2017/18 se desenvolveu o referido projeto, em regime experimental, o qual constitui o objeto da avaliação que se partilha através deste relatório."


NOESIS 21 - Projeto de Autonomia e Flexibilidade Curricular: a palavra às escolas

Autores: Ministério da Educação/Direção-Geral da Educação
Ano: Janeiro de 2018
Págs.: 44

“Temos uma Escola que faz aprender, para além de ensinar e onde o aluno é construtor do seu projeto de vida?”

“Nós já fazemos assim. E é verdade, mas quase sempre é de forma pontual e isolada. De forma intencional, articulada e permanente já o estamos a fazer?”

“A mudança de paradigma, da aprendizagem centrada no docente para o desenvolvimento de aprendizagens significativas e para a capacidade de aprendizagem ao longo da vida, é seguramente o maior desafio que se levanta às escolas portuguesas nos próximos anos.”

São estes alguns dos desafios, apontados por várias escolas nas suas reflexões sobre a implementação do Projeto de Autonomia e Flexibilidade Curricular (PAFC), que dão conteúdo a esta edição especial do NOESIS.


Para uma educação inclusiva - Manual de apoio à prática

Autores: Ministério da Educação/Direção-Geral da Educação
Ano: 2018
Págs.: 116

A construção de uma escola inclusiva não é uma utopia, porque são muitas as escolas que o conseguem. Há escolas em que os alunos com deficiência crescem com os outros; há escolas em que as práticas curriculares mitigam os efeitos da pobreza; há escolas em que alunos de
comunidades migrantes desenvolvem aprendizagens como outros. A construção do Decreto-Lei sobre Educação Inclusiva e do Decreto- Lei sobre o currículo do ensino básico e secundário assentou na recolha das melhores práticas destas escolas que, um pouco por todo o país, fazem a diferença. Este manual pretende ser, simultaneamente, um apoio à implementação da legislação e um instrumento de divulgação das práticas das escolas inclusivas do país.


Curriculum flexibility and autonomy in Portugal - An OECD review

Autores: OECD
Ano: 2018
Págs.: 75

In this review, the OECD examines how Portugal can support schools and teachers in adapting existing subjects, curricula and learning to incorporate the goals set out in the student profile. To this end, it delivers an independent analysis of the overall strategy, curriculum design and implementation of the PACF, as well as the first results of the pilot project. The review documents the process under the pilot programme and the status of its implementation in schools. The analysis uses the curriculum design principles identified by the OECD Education 2030 project as a reference. The report provides policy insights and advice to Portuguese authorities at all levels of government, as well as practitioners and other stakeholders. The aim is to help them to ensure high-quality curriculum design and implementation. The report is also intended to help other OECD member countries and non-member economies understand the Portuguese process of redesigning learning models.


Construir a autonomia e flexibilização curricular

Autores: Vários
Tema: Educação
Coleção: Digital
Ano: 2017
Págs.: 218
ISBN: 9789898835321

Despertar e inscrever uma outra visão e estratégia para a escola aconselha a necessidade e a capacidade de comunicação sobre o que se tem estado a fazer e o que se está a planear fazer. No essencial, o desafio é, nas palavras de Edgar Morin (2001), “fortificar a aptidão para interrogar e de ligar o saber à dúvida, de desenvolver a aptidão para integrar o saber particular não apenas dentro de um contexto global, mas também na sua própria vida, a aptidão para apresentar os problemas da sua própria condição e do próprio tempo” (p. 15).

Ao longo desta obra, os vários autores desafiam-nos a pensar, a fazer diferente, convocando e fundamentando os princípios-chave para o sucesso educativo e para o desenvolvimento humano que conjugam necessariamente as dimensões da inclusão, da flexibilidade, da cooperação, da qualidade, da inovação e da autonomia.

Cristina Palmeirão e José Matias Alves


Equidade e Justiça em Educação

Autores: Vários
Tema: Educação
Coleção: Digital
Ano: 2017
Págs.: 124
ISBN: 9789898835376

Este livro congrega a perspetiva de diversos investigadores sobre temas e problemas de uma escola bem-sucedida com todos e ilustra como o acesso universal à escola e o sucesso educativo remetem para paradigmas distintos de igualdade e de equidade e como estes dão conta de modos diferentes de entender a justiça social e educativa.

Os textos aqui coligidos mostram como uma escola eficaz pode contribuir para maior justice social quando dirige a sua ação para o combate ao insucesso e à exclusão social e, por isso, se foca na melhoria dos processos educativos, sem perder a perspetiva de desenvolvimento das capacidades exigidas para uma vida digna em sociedade.


Revista Portuguesa de Investigação Educacional

Autores: Vários
Ano: 2017
N.º: 17

Num tempo em que as instâncias tradicionais de educação tanto se desestruturam e enfraquecem, afetando muitas crianças e jovens, particularmente os mais pobres e negligenciados, e numa época em que os primeiros dezoito anos de vida são passados sobretudo nesta instituição de educação, ainda chamada escola, é mister que se pergunte, no espaço público, o que é que a escola constrói, que pessoa quer promover e para que sociedade e como é que o faz, no quotidiano.

Sinto também que o silêncio dos alunos nas escolas está a ficar crescentemente ensurdecedor. E quanto mais eles forem “usados” quase exclusivamente para aprenderem o que tem de ser ensinado e para darem uma opinião esporádica, sem qualquer busca de um novo sentido para o aprender, para o saber-ser e para o saber viver juntos, mais se cansarão de aprender e de dar qualquer opinião; a participação até poderá ter um valor facial interessante, mas o valor real será sempre muito pobre e a democracia e a justiça permanecerão como horizontes ainda longínquos.

Joaquim Azevedo