Publicações

# 2019

7 PARTILHAS

Vários (AE de Azeitão)
2019

O boletim 7 Práticas pretende dar visibilidade, fundamentalmente, ao investimento realizado nas seguintes práticas educativas: a interligação e a interseção de saberes de diferentes áreas disciplinares e disciplinas, numa perspetiva horizontal e vertical; a importância da avaliação contínua e sistemática ao serviço das aprendizagens; o envolvimento ativo dos alunos no seu processo de aprendizagem e a valorização da sua voz no quotidiano da escola.

7 PARTILHAS - N.º 9 (fevereiro de 2019)

Cidadania e Desenvolvimento: Atividades para a sala de aula: 2.º Ciclo

Ana Matias, Daniela Brandão, Júdite Mendes e Paula Melo
2019
Educação
9789896606121
120

No âmbito da disciplina de Cidadania e Desenvolvimento, este livro com atividades práticas para a sala de aula e respetivas grelhas de avaliação, apoia o trabalho a realizar por professores e alunos nas escolas.

Esta obra contém um conjunto de propostas de natureza interdisciplinar organizadas segundo os diferentes domínios definidos na Estratégia Nacional de Educação para a Cidadania e de acordo de acordo com os referenciais da Direção-Geral da Educação. A abordagem das atividades privilegia ainda o desenvolvimento dos princípios, dos valores e das áreas de competências definidas no Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória.

- Conjunto de atividades para os 12 domínios obrigatórios no 2.º Ciclo.
- Convergência com o Perfil dos Alunos e Aprendizagens Essenciais das disciplinas.

Cidadania e Desenvolvimento: Atividades para a sala de aula: 2.º Ciclo

Cidadania e Desenvolvimento: Atividades para a sala de aula: 3.º Ciclo

Graça Silva e Rui Cancela
2019
Educação
9789896606138
144

No âmbito da disciplina de Cidadania e Desenvolvimento, este livro com atividades práticas para a sala de aula e respetivas grelhas de avaliação, apoia o trabalho a realizar por professores e alunos nas escolas.

Esta obra contém um conjunto de propostas de natureza interdisciplinar organizadas segundo os diferentes domínios definidos na Estratégia Nacional de Educação para a Cidadania e de acordo de acordo com os referenciais da Direção-Geral da Educação. A abordagem das atividades privilegia ainda o desenvolvimento dos princípios, dos valores e das áreas de competências definidas no Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória.

- Conjunto de atividades para os 12 domínios obrigatórios no 3.º Ciclo.
- Convergência com o Perfil dos Alunos e Aprendizagens Essenciais das disciplinas.

Cidadania e Desenvolvimento: Atividades para a sala de aula: 3.º Ciclo

Conhecimentos Vs. Competências: Uma dicotomia disparatada na educação

João Costa e João Couvaneiro
2019
Educação
978-989-702-494-8
172

Há uma disputa antiga na educação, em que uns defendem os conhecimentos, e outros, as competências. Este livro mostra que a dicotomia não faz sentido. São ambos indispensáveis e indissociáveis na formação dos alunos. É necessário que tenham conhecimentos para serem competentes e que desenvolvam competências para aprofundarem conhecimentos.

Neste livro, os autores revelam como os dois conceitos estão interligados e como é possível avaliá-los com rigor e objetividade. Abordam ainda o papel da memória no processo de desenvolvimento, a importância de uma educação inclusiva e a necessidade de abertura da escola ao contexto e à comunidade para reforçar o desenvolvimento de conhecimentos e competência.

Conhecimentos Vs. Competências: Uma dicotomia disparatada na educação

Cooperar para o Sucesso com Autonomia e Flexibilidade Curricular

Sónia Moreira
2019

"A promoção do sucesso escolar e da igualdade de oportunidades tem sido o grande propósito da educação em Portugal. A implementação de projetos de Aprendizagem Cooperativa e de Autonomia e Flexibilidade Curricular nos vários ciclos dos ensinos básico e secundário, aliada a uma metodologia ativa de pedagogia diferenciada, inovadora, atrativa e inclusiva, contribui para a realização de aprendizagens significativas e para a aquisição de competências várias, sustentadas na partilha, colaboração e cooperação, indispensáveis para a formação pessoal e coletiva dos alunos. Neste livro, apresentam-se cinco projetos, desenvolvidos nos três níveis do ensino básico, em escolas do ensino público e privado, assim como uma contextualização teórica que sustenta o sucesso da implementação destes projetos, com recurso a vários métodos de Aprendizagem Cooperativa. Através dos exemplos práticos aqui apresentados, demonstram-se algumas iniciativas que já se constituem como evidências de uma mudança de paradigma no contexto educativo, associada a um movimento transformacional das práticas pedagógicas e organizacionais que têm ocorrido nas escolas portuguesas. 

Esta obra constitui-se assim como um excelente instrumento de trabalho para professores dos ensinos básico e secundário, e também para estudantes dos cursos de formação inicial de professores do ensino superior, que encontrarão aqui um recurso útil e inspirador para adaptação e aplicação em contexto escolar."

Ficheiros
cooperar_para_o_sucesso_com_autonomia_e_flexibilidade_curricular.pdf (263.19 KB)
Capa do livro Cooperar para o Sucesso com Autonomia e Flexibilidade Curricular

Currículo, Inovação e Flexibilização

José Augusto Pacheco, Isabel Carvalho Viana e José Carlos Morgado
2019
Educação
9789898557940
150

«Os oito textos que integram este livro foram escritos no âmbito de um Seminário sobre Currículo, Inovação e Flexibilização realizado no ano transato, no Instituto de Educação da Universidade do Minho, em Braga. Os autores desses textos, a quem agradecemos por terem aceitado o desafio que lhes lançámos no final do evento, orientaram as suas reflexões em torno de um conjunto de temáticas que, nos tempos mais recentes, têm provocado uma autêntica revolução nas escolas, procurando dar resposta aos reptos que o próprio Ministério da Educação lhes tem lançado, com o intuito de transformar o paradigma educativo, de reduzir o abandono escolar e de melhorar o sucesso dos alunos.»

Currículo, Inovação e Flexibilização

Educar para o pensamento crítico na sala de aula

José Pinto Lopes, Helena Santos Silva, Caroline Dominguez, Maria Manuel Nascimento
2019
Educação
978-989-693-092-9
304

Atualmente, o ensino do pensamento crítico é um dos grandes focos no mundo educacional, sendo que o perfil do aluno do século XXI está traçado: ser perseverante perante as dificuldades, querer aprender mais e desenvolver o pensamento crítico. Existe, por isso, uma forte necessidade pedagógica em preparar os alunos para esta sociedade onde tudo evolui a uma velocidade estonteante, sendo precisa uma crescente capacidade de adaptação aos desafios impostos.

Nos dias de hoje, além da forte aposta no uso de novas tecnologias, torna‐se imperativo desenvolver a criatividade, a originalidade, a iniciativa e o pensamento crítico. Assim, o papel do professor no futuro dos seus alunos é decisivo, pois, além de prepará‐los técnica e profissionalmente, deve contribuir para a sua formação enquanto pessoas e cidadãos. Neste âmbito, o grupo webPACT – uma comunidade profissional de aprendizagem que reúne professores e investigadores de várias áreas disciplinares da UTAD – partilha, neste livro, os resultados da sua investigação teórica e empírica que podem ser utilizados em todos os anos de escolaridade, desde o ensino básico ao ensino superior, por todos os professores que pretendam desenvolver o pensamento crítico nos seus alunos. O livro está organizado em 10 capítulos que abordam, de um modo geral, a fundamentação teórica, a planificação, as estratégias de ensino/aprendizagem e a avaliação do pensamento crítico. Por todas estas razões, esta obra assume‐se como um excelente instrumento de trabalho para professores dos ensinos básico, secundário e superior, bem como para quem pretende exercer futuramente a docência, preparando os alunos para a sociedade do séc. XXI.

Educar para o pensamento crítico na sala de aula

Kit metodológico “Projetos de Futuro”

Programa PMI nas Escolas
2019

No âmbito da autonomia e flexibilidade curricular, no desenvolvimento do currículo valoriza-se a dinamização de projetos que confiram aos alunos o papel de autores, proporcionando-lhes situações de aprendizagens significativas, com base nas Aprendizagens Essenciais das disciplinas envolvidas, numa perspetiva disciplinar ou interdisciplinar.

Para apoiar este trabalho, a organização sem fins lucrativos Project Management Institute (PMI) Portugal Chapter – Programa PMI nas Escolas disponibiliza o Kit metodológico “Projetos de Futuro, com ferramentas consideradas úteis para a gestão das diferentes fases de desenvolvimento de um projeto (vídeo de 5 minutos). Esta caixa de ferramentas para a gestão de projetos tem sido utilizada pelo programa de voluntariado PMI Portugal nas escolas (facebook PMI Portugal nas escolas) desde 2012 em projetos escolares desde a educação pré escolar até ao ensino secundário.

As fases do ciclo de projeto identificadas são: a iniciação, o planeamento, a execução com monitorização e o fecho. Na fase da iniciação, propõem, como ferramentas, o “Bilhete de Identidade”, bem como o “Mapa Mental”, organizando um levantamento de ideias prévias. Na fase de planeamento, central em todo o processo, constrói-se uma “Árvore de Atividades” e, posteriormente, o “Calendário de Atividades”. Para monitorizar o projeto, usam-se os “Semáforos” e, no final, retoma-se a ferramenta “Mapa Mental”, para refletir sobre o conseguido e o aprendido.

Este vídeo encontra-se também disponível no site do PMI Portugal http://pmi-portugal.org

Image relativa ao Kit metodológico “Projetos de Futuro”

O Projeto Investir na Capacidade da APCS

Ana Fernandes e Marcela Pinho
2019
Helena Serra

No Projeto Investir na Capacidade (PIC) é oferecida a crianças e jovens com uma curiosidade insaciável, a oportunidade de adquirirem novos conhecimentos e desenvolverem competências, conjuntamente com outros pares, “unidos e cativados” por experiências de aprendizagem motivadoras, dinamizadas por um facilitador (professor, investigador, especialista), como se pode observar neste vídeo - https://youtu.be/aW0jX1tze4w

No PIC são oferecidos, aos alunos, programas de enriquecimento, desenvolvidos dentro das escolas, através dos quais se promovem estratégias que estimulam as suas aprendizagens, mantêm viva a sua avidez de saber, acolhem a sua curiosidade e originalidade, promovem interações salutares, cimentam relações e afetos, constroem personalidades sustentadas por valores, capazes de refletir criticamente no seio da sociedade, crescendo a realizar-se e a elevar o mundo. O objetivo central é promover o crescimento salutar das crianças, em termos pessoais e sociais. A par, as famílias recebem apoio e orientação e os docentes podem adquirir formação acreditada pelo CCPFC- “Potencialidades Emergentes, Diferenciação Pedagógica” (cf. Ficha da Ação em www.edufor.pt ou www.apcs.co.pt), na modalidade de curso de formação com 13 horas, a qual poderá ser cedida pelo Edufor a outras entidades formadoras e ser dinamizada pelos Centros de Formação interessados (contacto: adm@edufor.pt com Cc para geral@apcs.co.pt). 

A partir das Câmaras Municipais e Agrupamentos de Escolas, em parceria com a Associação Portuguesa das Crianças Sobredotadas (APCS) e outras instituições locais e regionais, com a coadjuvação de equipas de professores e psicólogos, e a colaboração das famílias, através de um trabalho em rede, o PIC tem vindo a constituir um “porto de abrigo” para muitas crianças e jovens. 

A coordenação deste Projeto é da responsabilidade da Professora jubilada da ESEPF, Doutora Helena Serra, com a colaboração da Psicóloga, Doutora Ana Fernandes e da docente, Mestre Marcela Pinho, que integram a Direção da APCS - www.apcs.co.pt.

Logótipo da APCS

Práticas de Flexibilidade Curricular em Diálogo

Ricardo Pereira, Rosa Costa, Pedro Gomes, Alexandrina Melo, Ana Guedes, Cláudia Domingues, Lurdes Ferreira, Carlos Afonso, Manuela Gomes, Natália Correia, Célia Ferreira, Teresa Pereira, Ana Coelho, Rui Rocha, Alcina Sousa, João Vilaça, João Santos, Pedro Benjamim, Paulo Sampaio, Manuela Paredes e Rosalina Pinheiro
2019
Educação
978-972-8952-60-0
128

Foi lançado pelo Centro de Formação Francisco Holanda (CFFH) um e-book, intitulado "Práticas de Flexibilidade Curricular em Diálogo". É constituído por treze artigos, elaborados pelos diferentes Agrupamentos de Escolas que constituem a associação de escolas do CFFH, que refletem sobre o contributo de diferentes documentos orientadores para a promoção do sucesso escolar: Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória, da Autonomia e Flexibilidade Curricular, da Educação Inclusiva e da Estratégia Nacional de Educação para a Cidadania.

Este livro, com retratos de realidades de Escolas diferentes, contém um fio condutor comum - a preocupação com a aprendizagem de todos os alunos e de cada um, através de dinâmicas de autonomia e flexibilidade curricular para a promoção de uma educação cada vez mais inclusiva, não descurando a educação para a cidadania nas mais variadas dimensões.

O e-book pode ser consultado em: https://www.cffh.pt/?pagina=ver_noticia&noticia=praticas-de-flexibilidade-em-dialogo

Capa do e-book "Práticas de Flexibilidade Curricular em Diálogo

Projeto Expertise – Manual de ferramentas para uma educação inclusiva que desenvolve competências inter e intrapessoais

Escola Paula Montal de Logroño ​(Espanha)
2019

O projeto Expertise: Exchange of practices to educate, recognise and train inclusive skills for employment foi o resultado de um cofinanciamento pelo programa Erasmus+ da União Europeia, que teve início em setembro de 2017 e término em agosto de 2019, coordenado pela Escola Paula Montal de Logroño (Espanha) em cooperação com entidades internacionais oriundas da Bulgária, Grécia, Lituânia, Polónia e Portugal.

Deste projeto resultou a criação de um manual de ferramentas com 12 atividades que visam apoiar formadores e educadores que trabalham com jovens em situações vulneráveis e com menos oportunidades, com o objetivo de os ajudar a desenvolver competências interpessoais e intrapessoais necessárias para garantir sua inclusão social e facilitar a transição do percurso educativo para o mercado de trabalho. As 12 atividades encontram-se detalhadamente descritas numa plataforma digital (http://www.expertiseproject.eu/materials/) e foram testadas pelos parceiros que concluíram sobre a sua utilidade e pertinência, uma vez que facilitam a adaptação dos jovens a diferentes contextos/ grupos-alvo, promovem a sua participação ativa de forma lúdica e dinâmica, ajudam-nos a avaliar potencialidades e a planear o seu desenvolvimento para alcançar objetivos pessoais e profissionais.

O projeto Expertise apresenta-se, assim, como uma mais valia para quem trabalha com alunos em risco de exclusão ou com poucas oportunidades, contribuindo, entre outros, para o desenvolvimento do relacionamento Interpessoal, uma das áreas de competências do Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória, com vista à formação de cidadãos ativos, autónomos e conscientes de si próprios e dos outros.

Capa do Projeto Expertise

Promover a Inclusão e o Sucesso Educativo das Comunidades Ciganas

Direção-Geral da Educação (DGE)
2019

A Direção-Geral da Educação, consciente da importância da integração das comunidades ciganas na sociedade portuguesa, e, em particular, da inclusão das crianças e jovens destas comunidades no sistema educativo, lançou o Guião Promover a Inclusão e o Sucesso Educativo das Comunidades Ciganas, que tem como objetivo orientar e apoiar o trabalho das escolas para a prossecução deste objetivo.

O Guião contou com a colaboração de entidades diversas, designadamente escolas, e apresenta relatos de práticas e projetos, bem como testemunhos, numa útil partilha de conhecimento, que se espera poder servir de inspiração para consolidar o trabalho nesta área.

A sessão de apresentação pública do Guião teve lugar no dia 23 de abril de 2019, no Agrupamento de Escolas de Esgueira.

Ficheiros
guiao_comunidades_ciganas.pdf (2.18 MB)
Promover a Inclusão e o Sucesso Educativo das Comunidades Ciganas

# 2018

Autonomia e Flexibilidade Curricular: Propostas e estratégias de ação

Ariana Cosme
2018
Educação
978-972-0-34038-2
128

Esta é uma obra que pretende disponibilizar às professoras e aos professores portugueses um instrumento que lhes permita construir as suas próprias iniciativas e projetos, no âmbito dos desafios educativos para os quais são convocados por via da promulgação do Decreto-Lei n.º 55/2018.

Trata-se de um livro onde se propõe uma reflexão inicial sobre os fundamentos curriculares e pedagógicos do Projeto de Autonomia e Flexibilidade Curricular, em função dos quais se possam compreender alguns dos desafios e exigências relacionados com o processo de operacionalização deste projeto. A segunda parte está mais focalizada em propostas e estratégias de ação, adquirindo uma maior relevância, quer o processo de construção dos DAC, quer a abordagem da Pedagogia do Projeto, das Comunidades de Aprendizagem e da Avaliação (como condição do desenvolvimento de aprendizagens mais significativas), quer as estratégias que possam contribuir para promover e estimular a cooperação docente.

Capa do livro Autonomia e Flexibilidade Curricular: Propostas e estratégias de ação

Autonomia, flexibilidade e gestão curricular: Relatos de práticas

Rui Trindade
2018
Educação
978-989-6-60555-1
128

Esta é uma obra coletiva, onde se descrevem, em sete textos distintos, os resultados de alguns projetos de ação educativa que resultam de decisões curriculares autónoma e intencionalmente assumidas, cuja flexibilidade é condição de uma atividade docente e discente mais significativa.

O que se espera é que cada um desses textos possa inspirar e servir de suporte a outras iniciativas, mobilizando a vontade, a inteligência e a inventividade de professores, de alunos e de todos os que, nas escolas, contribuem para a educação das crianças e jovens que as habitam.

Autonomia, flexibilidade e gestão curricular: Relatos de práticas

Cooperar na Sala de Aula para o Sucesso

Helena Santos Silva, José Pinto Lopes, Sónia Moreira
2018

"Cooperar é poder trabalhar com uma ou mais pessoas. No contexto educativo, a cooperação está implícita na Aprendizagem Cooperativa, entendida como um método de ensino ativo e motivador, em que os alunos, ao trabalharem em pares ou em pequenos grupos heterogéneos, têm a possibilidade de maximizar as suas aprendizagens cognitivas e não cognitivas, dando especial enfoque ao desenvolvimento das competências de relacionamento interpessoal, fundamentais nos dias de hoje no exercício de uma plena cidadania.

Assim sendo, não é de estranhar que também haja um maior número de professores que, devido à falta de motivação e ao desinteresse de alguns alunos pela escola, ou à necessidade de renovar as suas práticas pedagógicas, procure na Aprendizagem Cooperativa uma alternativa às práticas tradicionais de ensino. É o caso dos professores envolvidos no projeto COOPERA, do qual resulta o presente manual.

Organizado em duas partes, este livro apresenta na primeira a fundamentação teórica da Aprendizagem Cooperativa e na segunda a descrição dos 9 métodos e os materiais utilizados por esses educadores de infância e professores na sala de aula.

Trata-se, sem dúvida, de um excelente instrumento de trabalho para professores do ensino pré-escolar, do 1.º, 2.º e 3º ciclos dos ensinos básico e secundário e de educação e formação de adultos (EFA), bem como para estudantes dos cursos do ensino superior que habilitem para a docência."

Ficheiros
cooperar_na_sala_de_aula_para_o_sucesso.pdf (263.12 KB)
Cooperar na Sala de Aula para o Sucesso

Curriculum flexibility and autonomy in Portugal - An OECD review

OECD
2018
75

In this review, the OECD examines how Portugal can support schools and teachers in adapting existing subjects, curricula and learning to incorporate the goals set out in the student profile. To this end, it delivers an independent analysis of the overall strategy, curriculum design and implementation of the PACF, as well as the first results of the pilot project. The review documents the process under the pilot programme and the status of its implementation in schools. The analysis uses the curriculum design principles identified by the OECD Education 2030 project as a reference. The report provides policy insights and advice to Portuguese authorities at all levels of government, as well as practitioners and other stakeholders. The aim is to help them to ensure high-quality curriculum design and implementation. The report is also intended to help other OECD member countries and non-member economies understand the Portuguese process of redesigning learning models.

Ficheiros
OECD_2018_Curriculum_Flexibility_and_Autonomy_in_Portugal_an_OECD_review.pdf (3.07 MB)
Curriculum flexibility and autonomy in Portugal - An OECD review

Escola e Mudança: Construindo autonomias, flexibilidade e novas gramáticas de escolarização - os desafios essenciais

Cristina Palmeirão e José Matias Alves
2018
106

“A escola, no século XXI, mais do que uma organização complexa, é um subsistema não linear onde operam interesses múltiplos – conhecimento, aprendizagens essenciais, valores, competências, socialização, …. Ainda assim, a lógica escolar continua inscrita numa gramática própria do século dezanove. E a grande questão bem poderá ser esta:

Humanidade está perante revoluções inéditas, todas as nossas velhas histórias estão a esboroar-se, e até agora não há histó-rias novas para as substituir. Como poderemos preparar-nos a nós mesmos e aos nossos filhos para um mundo de transformações inéditas e incertezas radicais? Um bebé que nasça hoje terá trinta e poucos anos em 2050. Se tudo correr bem, esse bebé ainda andará por cá em 2100, e pode até ser um cidadão muito ativo do século XXII. Que devemos ensinar a esse bebé que o ajude a sobreviver e a flores- cer no mundo de 2050 ou no do século XXII? Que tipo de aptidões precisará ele ou ela para conseguir um emprego, compreender o que se passa à sua volta e orientar-se no labirinto da vida? (Harari, p. 299)"

Ficheiros
UCP_2018_Escola_e_Mudanca.pdf (3.15 MB)
Escola e Mudança: Construindo autonomias, flexibilidade e novas gramáticas de escolarização - os desafios essenciais

Estudo avaliativo da experiência pedagógica desenvolvida em 2017/2018 ao abrigo do Despacho n.º 5708/2017

Ariana Cosme
2018
76

“Este é um documento através do qual se torna público o Estudo Avaliativo do Projeto de Autonomia e Flexibilidade Curricular (PAFC), um projeto desenvolvido em regime de experiência pedagógica, por 226 agrupamentos escolares e escolas não agrupadas (Cf. Anexo 1) 1 , da rede pública e privada de ensino, cujos órgãos de direção/administração e gestão manifestaram interesse e decidiram implementar. Foi ao abrigo do Despacho nº 5908/2017, publicado no Diário da República n.º 128/2017, Série II de 2017-07-05, que durante o ano letivo de 2017/18 se desenvolveu o referido projeto, em regime experimental, o qual constitui o objeto da avaliação que se partilha através deste relatório."

Ficheiros
FPCE_UP_2018_Estudo_de_Avaliacao_PAFC.pdf (1.63 MB)
Estudo avaliativo da experiência pedagógica desenvolvida em 2017/2018 ao abrigo do Despacho n.º 5708/2017

Gestão Curricular: Para a Autonomia das Escolas e Professores

Maria do Céu Roldão e Sílvia de Almeida
2018
Educação
978-972-742-422-1
50

O presente texto resulta de uma adaptação, agora em coautoria e integrando desenvolvimentos mais recentes, de uma publicação de Roldão (1999) editada pelo então DEB, Departamento do Ensino Básico, como apoio às escolas envolvidas no processo de flexibilização curricular iniciado em 1996 e que assumiu forma legal no Decreto-Lei 6/2001, de 18 de janeiro. Retomadas hoje nas políticas curriculares portuguesas as tendências internacionais que continuam a recomendar uma orientação para maior autonomia curricular das escolas articulada com a definição mais adequada das aprendizagens comuns essenciais (OCDE, 2016), situa-se este livro na tentativa de retomar essa perspetiva, fornecendo elementos de reflexão e concetualização ao trabalho curricular das escolas.

Gestão Curricular: Para a Autonomia das Escolas e Professores

Guia da autonomia e flexibilidade curricular

Ana Cláudia Cohen e José Fradique
2018
Educação
978-989-744-385-5
112

O "Guia da Autonomia e Flexibilidade Curricular" assume-se como um instrumento de trabalho prático para aqueles que pretendem iniciar ou consolidar o exercício de Autonomia e Flexibilidade Curricular, constituindo um ponto de partida para a consciencialização de uma mudança do processo de ensino-aprendizagem-avaliação como resposta aos desafios do século XXI.

Guia da autonomia e flexibilidade curricular

Inovação Pedagógica e Mudança Educativa: Da teoria(s) às prática(s)

Ilídia Cabral e José Matias Alves
2018
209

“Este livro surge no âmbito do curso de Pós-Graduação em Inovação Pedagógica e Mudança Educativa que decorreu na Universidade Católica Portuguesa – Faculdade de Educação e Psicologia - no ano letivo de 2017/18.

Ao longo desta Pós-Graduação, os professores que a frequentaram foram desafiados a repensar os seus contextos profissionais, inscrevendo a sua ação num paradigma de inovação e mudança pedagógica, alinhado com a política educativa do XXI Governo Constitucional e, acima de tudo, com o imperativo ético de desenvolver práticas educativas que permitam a todos os alunos aprender mais e melhor.

Mais do que um curso, este foi um percurso de descoberta para todos nós, pois que fundado numa partilha de experiências e numa articulação entre teoria e praxis que a todos nos enriqueceu e mobilizou para a ação. Um percurso de reflexão, autoria e criação, alicerçado numa pedagogia da reinvenção, a partir da qual reinventamos práticas educativas, mas também nos reinventamos enquanto educadores e professores."

Ficheiros
FEP_UCP_2018_Inovacao_Pedagogica_e_Mudanca Educativa.pdf (2.39 MB)
Inovação Pedagógica e Mudança Educativa: Da teoria(s) às prática(s)

NOESIS 21 - Projeto de Autonomia e Flexibilidade Curricular: a palavra às escolas

Ministério da Educação/Direção-Geral da Educação
2018
44

“Temos uma Escola que faz aprender, para além de ensinar e onde o aluno é construtor do seu projeto de vida?”

“Nós já fazemos assim. E é verdade, mas quase sempre é de forma pontual e isolada. De forma intencional, articulada e permanente já o estamos a fazer?”

“A mudança de paradigma, da aprendizagem centrada no docente para o desenvolvimento de aprendizagens significativas e para a capacidade de aprendizagem ao longo da vida, é seguramente o maior desafio que se levanta às escolas portuguesas nos próximos anos.”

São estes alguns dos desafios, apontados por várias escolas nas suas reflexões sobre a implementação do Projeto de Autonomia e Flexibilidade Curricular (PAFC), que dão conteúdo a esta edição especial do NOESIS.

Ficheiros
DGE_2018.01_NOESIS_PAFC.pdf (9.78 MB)
NOESIS 21 - Projeto de Autonomia e Flexibilidade Curricular: a palavra às escolas

Para uma educação inclusiva - Manual de apoio à prática

Ministério da Educação/Direção-Geral da Educação
2018
116

A construção de uma escola inclusiva não é uma utopia, porque são muitas as escolas que o conseguem. Há escolas em que os alunos com deficiência crescem com os outros; há escolas em que as práticas curriculares mitigam os efeitos da pobreza; há escolas em que alunos de
comunidades migrantes desenvolvem aprendizagens como outros. A construção do Decreto-Lei sobre Educação Inclusiva e do Decreto- Lei sobre o currículo do ensino básico e secundário assentou na recolha das melhores práticas destas escolas que, um pouco por todo o país, fazem a diferença. Este manual pretende ser, simultaneamente, um apoio à implementação da legislação e um instrumento de divulgação das práticas das escolas inclusivas do país.

Ficheiros
Ministerio_da_Educacao_2018_Educacao_Inclusiva_Manual_de_Apoio_a_Pratica.pdf (1.47 MB)
Para uma educação inclusiva - Manual de apoio à prática

Políticas Educativas e Desempenho de Portugal no PISA (2000-2015)

Cláudia Neves; Luís Tinoca: Sofia Viseu; Susana Henriques
2018
Educação
Domingos Fernandes

Os resultados do Programme for International Student Assessment (PISA), programa da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE) que se vem realizando desde o ano 2000, são invariavelmente acompanhados com interesse pelos países participantes, nomeadamente pelos intervenientes políticos e pelos governos e pelo chamado mundo académico. 

O principal propósito deste estudo, Políticas Educativas e Desempenho de Portugal no PISA (2000-2015), é investigar relações entre políticas públicas de educação e o desempenho dos alunos portugueses no Programme for International Student Assessment (PISA). 

Ficheiros
Doc_infografia__PolitEdu_PISA 2000_2015.pdf (497.92 KB) RelatorioFinal_PolitEdu_PISA 2000_2015.pdf (2.26 MB) Sumarioexecutivo_PolitEdu_PISA 2000_2015.pdf (2.22 MB)
capa do livro Políticas Educativas e Desempenho de Portugal no PISA (2000-2015)

# 2017

Construir a autonomia e flexibilização curricular

Vários
2017
Educação
9789898835321
218
Digital

Despertar e inscrever uma outra visão e estratégia para a escola aconselha a necessidade e a capacidade de comunicação sobre o que se tem estado a fazer e o que se está a planear fazer. No essencial, o desafio é, nas palavras de Edgar Morin (2001), “fortificar a aptidão para interrogar e de ligar o saber à dúvida, de desenvolver a aptidão para integrar o saber particular não apenas dentro de um contexto global, mas também na sua própria vida, a aptidão para apresentar os problemas da sua própria condição e do próprio tempo” (p. 15).

Ao longo desta obra, os vários autores desafiam-nos a pensar, a fazer diferente, convocando e fundamentando os princípios-chave para o sucesso educativo e para o desenvolvimento humano que conjugam necessariamente as dimensões da inclusão, da flexibilidade, da cooperação, da qualidade, da inovação e da autonomia.

Ficheiros
UCP_2017_Construir_a_Autonomia_e_Flexibilizacao_Curricular.pdf (4.74 MB)
Construir a autonomia e flexibilização curricular

Equidade e Justiça em Educação

Vários
2017
Educação
9789898835376
124
Digital

Este livro congrega a perspetiva de diversos investigadores sobre temas e problemas de uma escola bem-sucedida com todos e ilustra como o acesso universal à escola e o sucesso educativo remetem para paradigmas distintos de igualdade e de equidade e como estes dão conta de modos diferentes de entender a justiça social e educativa.

Os textos aqui coligidos mostram como uma escola eficaz pode contribuir para maior justice social quando dirige a sua ação para o combate ao insucesso e à exclusão social e, por isso, se foca na melhoria dos processos educativos, sem perder a perspetiva de desenvolvimento das capacidades exigidas para uma vida digna em sociedade.

Ficheiros
UCP_2017_Equidade_e_Justica_em_Educacao.pdf (3.05 MB)
Equidade e Justiça em Educação

Revista Portuguesa de Investigação Educacional

Vários
2017
17

Num tempo em que as instâncias tradicionais de educação tanto se desestruturam e enfraquecem, afetando muitas crianças e jovens, particularmente os mais pobres e negligenciados, e numa época em que os primeiros dezoito anos de vida são passados sobretudo nesta instituição de educação, ainda chamada escola, é mister que se pergunte, no espaço público, o que é que a escola constrói, que pessoa quer promover e para que sociedade e como é que o faz, no quotidiano.

Sinto também que o silêncio dos alunos nas escolas está a ficar crescentemente ensurdecedor. E quanto mais eles forem “usados” quase exclusivamente para aprenderem o que tem de ser ensinado e para darem uma opinião esporádica, sem qualquer busca de um novo sentido para o aprender, para o saber-ser e para o saber viver juntos, mais se cansarão de aprender e de dar qualquer opinião; a participação até poderá ter um valor facial interessante, mas o valor real será sempre muito pobre e a democracia e a justiça permanecerão como horizontes ainda longínquos.

Ficheiros
RPIE_2017_A_Voz_dos_Alunos.pdf (2.41 MB)
Revista Portuguesa de Investigação Educacional

Uma Outra Escola é Possível: Mudar as regras da gramática escolar e os modos de trabalho pedagógico

José Matias Alves e Ilídia Cabral
2017
97

“A Faculdade de Psicologia, Ciências da Educação e do Desporto Blanquerna - Universidade Ramon Llull, a Fundación Jesuitas Educación e o Col·legi Montserrat organizam a segunda edição deste Simpósio cujo objetivo principal é mostrar ao mundo as experiências que estão a transformar a educação em Barcelona. Procura-se contribuir a partir da nossa realidade para posicionar Barcelona como a cidade inteligente que é, interessante e ativa, mas também como uma das cidades em que mais está a avançar a educação. Barcelona, por uns dias, apresenta-se como capital da transformação da educação.

Para além de aprofundar as temáticas associadas ao intercâmbio e à inovação, os participantes poderão conhecer diretamente as experiências de transformação e estudar a sua aplicabilidade. Poderão visitar-se alguns dos modelos mais interessantes da escola pública, privada e concertada, experiências de transformação de escolas individuais ou de redes de escolas. Também experiências de diversos níveis educativos: educação infantil, primária ou secundária."

Ficheiros
FEP_UCP_2017_Uma Outra_Escola_e_Possivel.pdf (5.09 MB)
Uma Outra Escola é Possível: Mudar as regras da gramática escolar e os modos de trabalho pedagógico

# 2016

Promoção do Sucesso Educativo: Estratégias de Inclusão, Inovação e Melhoria

Cristina Palmeirão, José Matias Alves
2016
179

“ Mais uma vez, convocamos e celebramos o conhecimento que liberta e inclui. No âmbito do programa de apoio ao desenvolvimento dos Territórios Educativos de Intervenção Prioritária (TEIP), a Católica Porto, através da sua Faculdade de Educação e Psicologia e do Serviço de Apoio à Melhoria da Educação (SAME) realiza mais um seminário e edita este livro que reúne um conjunto de evidências que afirmam (e demonstram) que há um horizonte de possibilidades de sucesso."

Ficheiros
UCP_2016_Promocao_do_Sucesso_Educativo.pdf (4.20 MB)
Promoção do Sucesso Educativo: Estratégias de Inclusão, Inovação e Melhoria